07/12/2010

Interesses chineses em África

 Elaboraçom própria a partir dos linques resenhados.

China converteu-se no mais grande sócio comercial das Áfricas. A inversom directa nos estados africanos alcançou 1'44 bilhons de dólares em 2009 e a presença chinesa, económica e humana, sobre o continente africano vai em considerável aumento. Descobride graças ao nosso mapa interactivo, onde se concentram as inversons e em quê sectores (acceder ao mapa interactivo aqui ou clicando abaixo).

[application] Les Chinois en Afrique

No tocante à Angola  os ramos com maior interesse para os chineses som a indústria  e a construçom. A nível do quarto das Áfricas do sistema-mundo capitalista o maior interesse na China radica, como era esperável no petróleo, mas também na cosntruçom. Nestes dous ramos a presença é quase unánime em todos os estados continentais e no caso do petróleo também em Madascar. A África do Sul e a Nigéria  (mais de 80 milhons de habitantes) contam aliás com mais de 50.000 chineses enre a sua populaçom, seguidos com entre 10.000 e 50.000 polos estados de Madascar, Algéria, Sudám (onde apoiam o governo que massacra a populaçom de Darfur) e a República Democrática do Congo (em guerra civil e com os Cascos Azuis apenas defendo o coltám do norleste do imenso estado africano). Em Moçambique há entre 1.000 e 3.000 chineses. 

Umha das características do imperialismo chinês, a diferença do usamericano o do británico, e que coloniza através da sua própria populaçom (como nas formaçons pré-capitalistas tipo Roma) e com investimentos das suas empresas públicas. Há outra particularidade, a nom ingerência nos assuntos internos desses estados a despreocupaçom pola retórica dos Direitos Humanos que mostram as potências europeias (embora sejam as que mantenhem sanguinários ditadores para perpetuar o regime neocolonial).

  Assim, as maiores inversons monetárias estám-nas fazendo no Congo, na Nigéria e em Sudám, estados com imensons recursos. Som inversons da ordem de mais de 5 mil milhons de dólares. Moçambique recebe entre 1 e 5 mil milhons de dólares, investimentos chave para um estado tam deprimido. A antiga Guinea espanhola recebe entre 440 e 990 milhons de dólares, cifra muito superior aos quase nulos investimentos do Reino de Espanha nesse estado.



Entrada tirada deste blogue.


Mapa no portal da Rádio França Internacional, em francês, aqui. No tocante a Moçambique, assinalados interesses nos seguintes ramos: construção, minas e madeira. O nosso país está na faixa do investimento público chinês de um a cinco bilhões de dólares. Para traduzir, aqui. Obrigado ao Ricardo, leitor em Paris, pelo envio da referência.


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